quarta-feira, 13 de maio de 2015
segunda-feira, 20 de abril de 2015
quarta-feira, 25 de março de 2015
Retornando a ativa
Retornando a ativa
Wanderley Farias
Afastei-me de livre e espontânea vontade.
Fiquei calado praticamente até agora. Somente raras manifestações, pelo Facebook. Nos meus blogues eu parei, apesar de ter atingido, em um deles 28.095 visualizações (Pedrinhas do Wanderley), em outro, 6.835 (no Te Falaram), em outro, 6.181 (Não Falei) e finalmente, 4.878 (no Região dos Lagos), desde que me mudei para a esta região. Abandonei de certa forma os que me acompanham de maneira, não muito educada.
Mas a explicação vai ser dada agora. Estava despertando algumas queixas de parentes, não são todos, felizmente, que eram contra aos meus pensamentos. Parentes estes que em determinada época da minha vida eu os deixei para lá, talvez por este fato que agora se apresenta, de forma mais nítida. Mas não posso mais permanecer calado, tenho que falar a esses burros que teimam a seguir esses larápios que assolaram este país. Burros que por mais estudo tenham, não compreendam nada.
Alguns deles até têm estudo, mas não conseguem entender o que lê. Sabem ler, mas é só. Ler não, sabem ver as letras e só. Pensam que assim são letrados.
É assim uma grande parte do país. Outra parte é dos espertos, que tiram vantagem de tudo. Uma parte é de burro mesmo.
Não acreditam que estamos a um passo de uma ditadura comunista.
Vou retornar com mais força.
domingo, 11 de janeiro de 2015
sábado, 3 de janeiro de 2015
O Brasil está "andando" pra trás. Uma, duas ou três gerações perdidas.

É lastimável o fato de dezenas de milhões de brasileiros terem a crença de que o estado pode e deve ser a solução de todos os seus problemas. Simultaneamente, ocorre a total descrença em si próprios como força-motriz de melhoria individual; um ‘coitadismo’ assumido, generalizado e encalacrado; pessoas que escolhem deliberadamente viver como ovelhas a espera “pastores” messiânicos que prometem mundos e fundos enquanto a única coisa que melhora são seus próprios patrimônios.
Então, quando as ovelhas se desiludem, sempre haverá centenas de aspirantes a pastor messiânico da vez. E assim as ovelhinhas passam suas vidas: torcendo e esperando por mais coisas “grátis” do estado, ganhar na loteria ou arranjar um “trabalho” no governo.
Infelizmente não há esperança para o Brasil no curto prazo. A unidade de tempo a ser considerada é "geração". Uma, duas, três... Ninguém sabe exatamente quantas serão necessárias.
A cultura de um povo só muda de forma notável com a sucessão de gerações. Existem coisas que podem servir de catalisadores para essas mudanças: fortes crises econômicas, guerras, socialismos postos em prática, etc. Mas uma mudança cultural acelerada por estes fatores é extremamente indesejável e configura o 'aprender pela dor' do velho ditado.
Para aprender pelo amor o caminho é mais demorado e consiste em educar economicamente nossos filhos e pessoas de convívio, apontando-lhes os erros do passado e as boas experiências alheias.
Os indivíduos são - e sempre serão - o melhor motor para o desenvolvimento de qualquer sociedade; nunca o estado. Indivíduos inventam coisas que melhoram a vida de milhões. Enquanto o estado inventa burocracias que atrapalham o desenvolvimento, há indivíduos criando meios de torná-las obsoletas. A roupa que você veste, a bicicleta que você pelada, a geladeira que conserva seu café da manhã para o dia seguinte, o dispositivo eletrônico pelo qual você lê este texto; todas estas coisas foram possíveis devido à junção de milhares de tecnologias criadas por indivíduos egoístas que queriam melhorar as suas próprias vidas e, sem querer, melhoraram também a sua vida.
Com a educação econômica não será diferente; não podemos aguardar que o estado a forneça; esta educação virá através da iniciativa dos próprios indivíduos. Informe-se, estude a boa economia básica, se torne imune às falácias econômicas e propague o conhecimento. Seja um agente de mudança cultural.
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